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terça-feira, 3 de maio de 2011

Comedoria de Mercado

Quem gosta de comida regional tem uma boa desculpa para fazer muitas boquinhas. É que começa nessa sexta-feira (06) a quinta edição do Circuito Comedoria de Mercado, que, com o slogan “simplicidade com sabor e qualidade”, vem movimentar os mercados da Boa Vista, Madalena, Cordeiro e Encruzilhada até o dia 28 de maio. Para os interessados, segue a lista de bares que participam do circuito. No mais, bom apetite!

MERCADO DO CORDEIRO

Bar da Dalva - Mão de Vaca da Dalva

Bar da Fava - Fava com Charque

Bar da Joana - Arrumadinho

Bar da Rosália - Fava com Fígado Acebolado

Bar da Sueli - Fava com Bode

Bar da Tonha - Peixe Frito da Tonha

Bar do Benedito - Arrumadinho do Benedito

Bar do Dunga - Arrumadinho com Galinha à Cabidela

Bar do Matuto - Arrumadinho Matuto

Bar do Neco - Mão de Vaca

Bebe’s Bar - Fava do Bebe’s Bar

Café com Graça - Salada Mista de Camarão e Bacalhau

Comelândia - Croquete da Comelândia

Toalha de Mesa - Fritada de Marisco

MERCADO DA MADALENA

Arrumadinho do Abílio - Arrumadinho de Charque

Bar da Branca Bode - Guisado com Macaxeira

Bar da Márcia - Fava com Galinha Cabidela

Bar do Jairo - Língua de Boi

Bar Victor e Léo - Macaxeira com Carne de Sol

Cupim Bar e Restaurante - Costela no Bafo

Dornelas Bar - Cupim com Queijo

Feijoada e Pé de Porco do Luizinho - Feijoada

Jota’s Bar - Bode Guisado (petisco)

Macaxeira e Cia - Macaxeira à Moda da Casa

Orlando Bar e Lanchonete - Sopa de Feijão

Recanto do Petisco - Galinha à Cabidela (petisco)

MERCADO DA ENCRUZILHADA

Bar Cafua - Bolinho de Bacalhau

Bar da Dada - Arrumadinho da Dada

Bar do Camilo - Patinho com Feijão Preto

Confraria do Lelo - Jabá do Lelo

Lanchonete Recife - Guisado de Boi (petisco)

O Botequinho - Jabá

MERCADO DA BOA VISTA

Bar do Batatinha - Patinho com Charque

Buchadas Bar - Bode Guisado com Pirão

Cachaçaria O Matulão - Torresmo ao Jeito Matulão

Colher de Pau - Rabada

Gordinhas Bar - Escondidinho de Charque

Kome Keto Bar - Macarrão à Bolonhesa

Mercearia São Sebastião - Tábua de Frios Especial

Neto's Bar - Bolinho de Bacalhau Neto's

O Escritório Bar - Sarapatel

O Petisqueiro - Arrumadinho de Língua Matuta

Recanto do Leléu - Sarapatel à Moda da Casa

Roberto Bar - Cupim à Moda do Roberto

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Mais um motivo para visitar os mercados

Imagem: Reprodução

Já começou a terceira edição do Circuito Comedoria de Mercado, que movimentará os mercados públicos da Encruzilhada, Madalena, Cordeiro [foto] e Boa Vista até o próximo dia 31. O evento engloba, claro, um cardápio regional, apresentações culturais e exposições de arte. Ao todo, são 55 bares para fazer a alegria do público.

Arrumadinho de bacalhau, filé de peixe, dobradinha, galinha à cabidela, carne de sol e fava frita são alguns dos pratos oferecidos no circuito, que tem como slogan “Simplicidade com Qualidade e Sabor”. Todas as sextas e sábados, a partir das 12h, ainda há a realização de shows, com nomes como João do Morro, Almir Rouche, Edy Carlos e Nação Forrozeira.

Serviço

Mercado da Madalena
Rua Real da Torre, 270, Madalena

Mercado da Boa Vista
Rua de Santa Cruz, S/N, Boa Vista

Mercado da Encruzilhada
Rua Dr. José Maria, S/N, Encruzilhada

Mercado do Cordeiro
Rua Onório Correa, S/N, Cordeiro

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Presunto nobre no Mercado 153

Por Lucas Lima
Imagem: Divulgação

O requinte no quesito presunto cru já está disponível para consumo no Mercado 153, no Shopping Tacaruna. Agora, o cliente já pode degustar o Pata Negra ou jamón serrano no próprio local, como entrada ou tira-gosto, ou levar um pouco das iguarias para casa. De origem espanhola, os produtos recebem o selo da Ceratti, responsável por abastecer o Mercado de embutidos.

Os porcos que dão origem ao presunto são criados livremente e suas denominações diferem em relação à região de origem e o tipo de alimentação dada. O Pata Negra, por exemplo, começa se alimentando do pasto e, a partir do 14º mês passa a comer apenas as chamadas bellotas, fruto de duas espécies de árvores nativas, o azinheiro e o sobreiro.

Cem gramas do Pata Negra custará R$ 22 no Mercado 153 e os que levarem a peça inteira [!] ganham a jamoneira [suporte de madeira no qual ele fica preso] de cortesia.

Serviço
Av. Agamenon Magalhães, 153, Santo Amaro, 1º piso do Shopping Tacaruna, - Recife
Horário de funcionamento: das 9h às 22h [segunda a sábado] e das 12h às 20h [domingo]
Fone: (81) 3231.3678

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

O despojamento elegante do Mercado 153

Por Lucas Lima
Imagens: Beto Figueiroa

A união entre despojamento e requinte tem sido a tônica de alguns dos últimos estabelecimentos abertos no Recife. A idéia sempre é apresentar um cardápio mais leve, sem tantas inovações que possam ser consideradas estrambóticas. Assim, surge um menu com cara mais popular, acrescidos detalhes de apreço, e um custo ao consumidor que fica no meio-termo entre o caro e o barato. O Mercado 153, no Shopping Tacaruna, provavelmente se encaixa nesse perfil.

A decoração do espaço é simples, e tenta dar um pouco a cara de mercado, mas quem assina é Romero Duarte, responsável mais uma vez por ambientes na Casa Cor PE. As mesas de madeira trazem no tampo pinturas feitas em azulejos brancos, algo também singelo. Mas cada mesa tem uma imagem distinta, todas assinadas pelo artista plástico pernambucano Ferreira. Sem falar no investimento inicial de R$ 500 mil para colocar a casa para funcionar.

A junção entre os opostos continua no cardápio, assinado pelo chef Liberato, o mesmo primoroso das unidades do Couvert. Relembrando os costumes paulistas, sanduíches com mortadela. Mas há também o de lombo, que leva tomate seco, pasta de queijo e frios de frango. O custo médio deles é de R$ 5. Entre os pratos principais, várias opções de preparadinho [para os entendidos, arrumadinho], como o de carne seca acebolada com macaxeira frita, farofa e vinagrete de feijão [R$ 10,80 – foto 2]. Se a busca é por algo mais "classudo", há o Box 24 [todos os pratos são intitulados “Box”, mudando apenas a numeração], feito com filé de peixe grelhado, enriquecido de mexilhões, lulas, camarões e pomodoro com arroz de polvo [R$ 19,80, o mais caro].

Como em uma delicatessen, várias opções de frios, para quem quiser aproveitar e levar algo para casa. Além da mortadela [a partir de R$ 2,40 – 100g], antepastos, inclusive de lagarto, e carpaccio. Se a pedida é cerveja, há também. Diferenciadas, claro. No menu, consta rótulos brasileiros, argentinos, alemães, belgas e uruguaios. Vai da Stella Artois, passando pela Original e chegando na Leffe Blond. Tudo para agradar os que não só bebem, mas apreciam.

Em suma, o Mercado 153 tem um pouco a cara de um boteco de esquina mais arrumado, com detalhes de casas sofisticadas. Lá, os preços não são caros, mas também não tão módicos como os de um mercado. A única coisa que não fica no meio termo é a qualidade do serviço e das comidinhas oferecidas, que, sem dúvida, estão na escala do ótimo.

Serviço
Av. Agamenon Magalhães, 153, Santo Amaro, 1º piso do Shopping Tacaruna, - Recife
Horário de funcionamento: das 9h às 22h [segunda a sábado] e das 12h às 20h [domingo]
Fone: (81) 3231.3678

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Temperos e afrodisíacos no Mercado

Por Eliza Brito
Imagem: Cacimba de Letras
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Quem pensa que Mercado é lugar exclusivamente de comida gordurosa e pesada nunca visitou o box Só Temperos do Mercado de Casa Amarela. Instalado no antigo Café Beberibe há mais de dez anos, o box começou vendendo cominho e hoje comercializa inúmeros tipos de grãos e produtos naturais. De acordo com o vendedor Pablo Lima, a mudança surgiu por causa da demanda dos próprios clientes. Hoje, os produtos mais pedidos no local são os temperos, a castanha e o amendoim.
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Quem deseja emagrecer pode tentar a farinha de linhaça, que no Só Temperos é vendida por R$ 8 o quilo. O leite de soja sai por R$ 7. Mas se a pedida for por produtos afrodisíacos, nem pense que as opções se resumem ao amendoim. O quilo da catuaba custa R$ 15 e o da canela, R$ 17. O xerém de castanha sai por R$ 7,50 o quilo e a mesma quantidade da farinha de amendoim custa R$ 4,50. Quem adora doce pode provar a castanha caramelada, que sai por R$ 19 o quilo e deixa um gostinho de crocante doce que permanece por horas na boca e na memória.
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Bonito e cheio de história para contar, o Mercado de Casa Amarela é também um reduto de produtos saborosos e saudáveis.
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Serviço
Estrada do Arraial, 1930, Casa Amarela - Recife
Horário de funcionamento: segunda a sábado das 6h30 às 17h30
Fone: (81) 3268.7730
Aceita Visa, Master, Hiper e Dinners

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Coxinha com suco

Por Lucas Lima

São uns cinco homens fardados, correndo de um lado para o outro constantemente. Pega o liquidificador, as frutas, faz o suco, entrega ao cliente, lava o copo do aparelho, prepara mais um suco. Serve pastel, cachorro-quente, coxinha. Só dessa última são quase mil unidades em dia de movimento. Ufa! No fim do dia, deve ser um cansaço só!

O corre-corre descreve o dia-a-dia dos funcionários dos quatro boxes da Lanchonete Santo Antônio, no Mercado de São José. Comandada pelo casal formado por Elaine da Silva e Antônio Albuquerque, o local está sempre apinhado dos que freqüentam o secular mercado. A maior parte dos alimentos rápidos vendidos por lá custam R$ 1,50. Quem pede um copo de suco, ganha mais um de cortesia, exceto para o de laranja. Destaque para o de salada de frutas, com sustância, sem dúvida, para substituir uma refeição completa.

O cachorro-quente ganha novas versões. Além do com salsicha, o cliente pode optar por ter o pão recheado com charque ou frango. Apesar do grande movimento, os atendentes são sempre bem ligeiros, não deixando ninguém definhar de fome. Limpeza também não é problema, como dá para perceber após passar uns dez minutos vendo o corre-corre de pratos e copos.

O funcionamento, claro, é das 6h às 18h, da mesma forma do mercado. Dá até para dar uma passadinha na hora do trabalho. Se você for rápido como o atendimento da lanchonete, seu chefe nem vai notar a falta!

Serviço
Praça Dom Vital, do box 401 a 425, no Bairro de São José – Recife
Fone: (81) 3424.5692

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Um pouco do Sertão no Mercado da Madalena

Por Lucas Lima
Imagens: Cacimba de Letras

Por vezes, me sinto meio sem raízes. Moro em Recife, mas não sou daqui. Mal tenho laços afetivos como minha terra natal, e acredito poder estar em qualquer lugar sem problemas – a não ser a falta dos meus. Por isso, fico com um grande sorriso nos lábios ao ver alguém falar com certo entusiasmo de suas raízes. E assim foi no último sábado, ao conhecer Neurides Ferraz, uma das proprietárias do box Sertanejo, no Mercado da Madalena.

Neurides é de Serra Talhada e veio para o Recife em busca de oportunidades. Graduada em Turismo, trabalhou no Bandepe e, em 1999, tempo no qual a tal da globalização não saia da boca de todos, decidiu abrir o Sertanejo, para manter vivas tradições do Sertão pernambucano. Tradições que vão desde os alimentos só encontrados com facilidade na região até a cultura dos cantadores e escritores populares.

A primeira coisa que reparei no box foi a estante com uma diversidade significativa de cachaças, vindas do Sertão pernambucano, Brejo da Paraíba e de Minas Gerais. De Triunfo, a Triumpho [foto 1]. Há outra com a grafia original da cidade, produzida na Paraíba. Interessante também a Talante, encontrada nos sabores coco e banana.

Na parte de alimentos, o arroz da terra, vermelho, como quem acaba de sair da palha prontinho para chegar à panela. De São José do Egito vem a farinha de milho, e de Trinfuo o feijão fogo na serra. Na parte de doces [foto 2], rapadura, natural ou batida, e alfenim. Se a procura é por mel, variedade não falta. A baba de moça, doce de coco verde, não pode faltar nunca. E, para os que querem fibra, a pedida é o doce de cafofa [feito a partir da raiz do umbuzeiro].

O queijo manteiga raspa de tacho, do vizinho Rio Grande do Norte, também tem saída garantida. Além disso, pimenta, leite de cabra, biscoitos garra... Há também livros e CDs de escritores da terra e muito cordel. Aliás, todo o sábado à tarde, os participantes da União dos Cordelistas de Pernambuco batem ponto por lá para fazer recital de poesia. Aí é que fica bom mesmo!

Serviço
Rua Real da Torre, S/N, box 14 e 15, Madalena - Recife
Fone: (81) 3446.8596

segunda-feira, 21 de julho de 2008

O Bragantino e o bolinho de bacalhau

Por Lucas Lima
Imagem: Cacimba de Letras

Eliza é gulosa. Basta alguns minutos em sua companhia para saber que tal afirmativa é verdadeira. Com ela não há tempo ruim para garfadas, mesmo que surjam as velhas reclamações femininas sobre quilinhos a mais. Há dois sábados, escutei a seguinte frase dela: “esse é o melhor café do mundo”. Tratava-se da simples mistura de bolinhos de bacalhau com café, em uma manhã ensolarada no Mercado da Encruzilhada. Verdade que não era qualquer bolinho de bacalhau, era o do O Bragantino.

Os segredos de preparo da iguaria, crocante por fora, molhadinha por dentro e pouco oleosa, foram trazidos da região de Trás-os-Montes, em Portugal, por seu Manoel. Dos seus 68 anos, 42 foram vividos no Brasil. Morou primeiro em São Paulo, onde trabalhou como kombeiro, padeiro e vendedor de frios. Chegou ao Recife em 77, mas só fundou o estabelecimento que lhe rendeu fama há 19 anos.

O carro-chefe da casa, com a unidade custando R$ 1,50, só é servido de sexta a domingo, quando há mais saída da iguaria. E nem adianta pedir que seu Manoel não abre exceção! Nos fins de semana também há a salada de bacalhau, preparada com azeitonas, ovos, batata, cebola e salsa. Os que quiserem, podem pedir uma porção de arroz, mas o certo mesmo é acompanhar com pão da serra, diz seu Manoel.

Durante a semana, o cardápio do O Bragantino é recheado de pratos tradicionais da nossa terra. Segunda é dia de cozido e guisado; terça, galinha a cabidela e bife; quarta, dobradinha e fígado; quinta, cabrito guisado e galinha; sexta, peixe frito e ao coco e bisteca. Os preços ficam entre R$ 6 e R$ 14.

O sábado é dia da boa feijoada e, aos domingos, do arroz de polvo. O Bragantino abre todos os dias a partir das 6h e só fecha perto das 18h, exceto aos domingos, com funcionamento até às 13h. Para os que querem almoço com pedidas sem erro ou um café da manhã diferente, simples e “inesquecível”.

Serviço
Rua Dr. José Maria, S/N, Encruzilhada – Recife
Fone: (81) 3426.3411

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Jóia comestível

Por Eliza Brito
Imagens: Cacimba de Letras

Faz tempo que o Mercado da Madalena é uma referência gastronômica do Recife, mas foi a menos de sete anos que Artur Pessoa (44) trocou o ouro por carne de sol para produzir as suas jóias. O cozinheiro, que passou muitos anos exclusivamente como designer de moda, decidiu abrir o Box no Mercado depois de perder tudo em um assalto. O susto e o prejuízo foram superados por criações gastronômicas deliciosas e premiações pelas suas verdadeiras obras de arte.

Em 2005, o prato de costela no bafo do Artur ganhou o título de melhor petisco do ano pelo Festival da Gula, hoje suplantado pelo Roda de Boteco. Em 2007, o cupim na lingüiça recebeu nota 10 no Festival Roda de Boteco. Hoje, a Fava Frita com Carne de Sol é um dos pratos mais recomendados por freqüentadores assíduos dos mercados recifenses. Também pudera, é uma combinação perfeita entre carne de sol, queijo coalho assado e fava frita temperada, que dá água na boca só em lembrar. Agora quem precisa regular o colesterol deve tomar cuidado, porque o prato é gorduroso.
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Se as jóias personalizadas de Artur forem tão bonitas quanto as receitas dele são saborosas, vale mais do que a pena conferir. O difícil vai ser comparar os preços. Um prato de fava frita com carne de sol, por exemplo, serve bem quatro pessoas e sai por R$ 19, mas mata de inveja qualquer apreciador da boa comida, do mesmo jeitinho que uma jóia elegante impressiona até o mais simples observador. Resta pesar as conseqüências e se entregar a tentação, seja ela comestível ou não.
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Serviço
Mercado da Madalena : Rua Real da Torre, s/n
Fone: (81) 8844.0036

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Para petiscar e comer bem

Por Eliza Brito
Imagens: Cacimba de Letras

Há mais de três anos vendendo perfumes e miudezas em um armarinho no Mercado da Boa Vista, dona Maria José resolveu abrir O Pestiqueiro e investir no que ela realmente sabe fazer: cozinhar. A idéia deu certo e a cozinheira e o marido, Otacílio Santana, fecharam o armarinho para se dedicar exclusivamente ao bar. Bom para eles e melhor ainda para os apreciadores da boa comida.

O Petisqueiro, que está funcionando no Mercado da Boa Vista desde fevereiro deste ano, oferece várias opções de petiscos, como sururu, sarapatel, prato de frios, caldinhos variados [tem até de dobradinha] e o carro-chefe do lugar, o arrumadinho. O prato completo serve bem três pessoas e custa R$ 7, se for de charque, R$ 10, o de carne de sol, e R$ 12 com bacalhau. Esse último deixa qualquer um com água na boca só pela apresentação. Quem não gosta de arrumadinho e não quer ficar apenas petiscando pode tentar a galinha à cabidela com fava e farofa de jerimum, que custa R$ 10.

O melhor é que, como em todo mercado recifense, o clima do lugar é sempre alegre e descontraído. Se a pedida for uma tarde divertida e boêmia, fica aqui a dica.

Serviço
Mercado da Boa Vista
Fone: 3052.7585